Você sabia?

13/03/2009

Mudanças acontecem…
Faça parte delas!

Angela Benito


O que fazer após o ensino médio?

08/03/2009

Essa é uma constante na vida dos nossos jovens, mas podemos ajudar. . .

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Para orientar um jovem sobre o que fazer após o ensino médio nada melhor do que um especialista em Orientação Profissional.
Na abordagem sócio-histórica a orientação é feita de uma forma que faz com que o jovem amadureça ao máximo a decisão, levando em conta as habilidades, interesses, possibilidades de mercado e a coerência com o projeto de vida desejado.
Neste projeto não são usados testes vocacionais, apenas dinâmicas em grupo. A decisão final é tomada pelo próprio jovem. Durante o processo, existe uma reflexão intensa: os alunos devem pensar em sua própria história pessoal e habilidades. Também podem fazer pesquisa de mercado e sobre campo de trabalho,entre outros assuntos.
A decisão nunca é pautada em um único fator, a escolha profissional é complexa e o autoconhecimento é fundamental.
O jovem faz um inventário dos recursos pessoais, familiares, bagagem educacional, condições financeiras. O processo é individual, mas pode ser realizado em grupo. Deve ser cuidadosamente investigado.
O trabalho a ser desenvolvido tem por objetivo permitir uma possibilidade para o jovem fazer uma escolha consciente, proporcionando um espaço que irá ajudá-lo conhecer melhor a realidade e se conhecer,romper com perspectivas naturalizantes, pensar na sua história, resignificar vivência. Conhecer melhor as determinações que constituem a escolha.

Angela Benito (Ensino Fundamental)


Como trabalhar o aprendizado nos dias de hoje?

08/03/2009

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A aprendizagem real é aquela que não se limita ao acúmulo do conhecimento, mas

estimula o pensamento. No início da sociedade ocidental, a educação dos jovens começava por um ciclo chamado trivium, palavra latina que significa “ três caminhos ”  Nele, o estudante desenvolvia as bases do aprendizado e era introduzido ao mundo real. Para isso, os educadores da época selecionavam três disciplinas essenciais: a gramática, a lógica e a retórica. A gramática permitia que o estudante compreendesse seu idioma e se inteirasse de sua cultura. A lógica dava – lhe condições de controlar seu pensamento. E a retórica o capacitava a comunicar-se. Hoje, não conseguimos mais imaginar o mundo sem o computador, a internet e o celular. Mas, pensando bem, para que servem mesmo essas modernidades? Elas servem para potencializar nosso acesso à informação e ao aprendizado, e para aumentar nossa capacidade de comunicação. Em outras palavras, a tecnologia está a serviço das potencialidades humanas. Diploma de curso Superior hoje já não é um diferencial .

Começou a surgir uma nova dimensão nas relações do ser humano, especialmente no trabalho, que está longe de acabar. Há poucos anos, os anúncios de emprego traziam   “domínio de informática ” como um diferencial. Até hoje, o candidato coloca sua proficiência nos aplicativos do Office, como se ainda fosse uma vantagem competitiva. Não é mais. Falar inglês e ter um diploma Superior virou commodity profi ssional. A vantagem real, especialmente para as carreiras corporativas, nas quais trabalhar em equipe e liderar pessoas são condições essenciais, está na relação com as pessoas, começando consigo mesmo.  A leitura, a comunicação eficaz e o pensamento lógico estão na ordem do dia.

 

 

 

Professora Angela Benito  ( Ensino Fundamental )


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